segunda-feira, 11 de julho de 2011


- eu só queria te lembrar que a gente faz tudo o que é possível, quando deseja que alguém fique.

E foi isso que eu fiz. Espalhei nossas fotos, compus canções sobre "a história de nós", deixei flores em todo lugar, escrevi versos e poemas. A gente faz tudo o que é possível quando desejas que alguém fique, e como diria Caio, constrói até castelos. E eu os teria feito por você.
Você não ficou. Na verdade, nós não poderíamos ficar nesse momento.
E doeu. Mesmo. Muito. Por um bom tempo.
E eu segui minha vida. Um sorriso aqui, uns abraços ali e acompanhada de suas lembranças, pra não correr o risco de me perder.
Até que você voltou. Nós voltamos. Da forma mais inesperada, no momento mais preciso e com todo amor de sempre.
E então eu penso: é amor.
Caso contrário, porque existiriam tantos planos, sonhos, desejos, nem medo de perder, saudade, pensamento sempre no outro, nem essa espera. Essa espera.
É, acho que te amo mesmo.


--
Quero você aqui, no meio das minhas coisas, meus livros, discos, filmes, minhas ideias, manias, suspiros, recortes. Respirando o mesmo ar e todas coisas que alimentam àquela nossa, tua, minha inesgotável saudade. Entra, não pergunte se pode ficar. Vem e fica. Vai e volta.
Gabito Nunes.


Um comentário: