quarta-feira, 2 de junho de 2010

Like a dream.



Hoje eu sonhei que você voltava.

Eu não te perguntava muita coisa, nem porque você tinha sumido.
Não perguntava por quê você tinha me deixado tão ao vento, com toda essa distância. Acho que você sabe que isso pode causar esquecimento. Você deve saber. É, eu não te perguntava nada. Mas uma coisa eu disse. Não quero ser dramática ou algo assim, mas eu deixei bem claro que senti sua falta.Nossa, como eu senti.
Mas, eu te mostrei que me feri, e também me curei.
Que chorei, mas sorri logo em seguida.

Que cantei uma música triste, mas depois dancei por horas.


Eu senti sua falta. Ainda sinto.

A verdade é que eu não consigo negar que, entre um pensamento e outro, ainda te encontro aqui em mim. E isso me fez sonhar com a sua volta.
Não o despertador não tocou, o galo não cantou, ou minha mãe bateu na porta do quarto, e me tirou do sonho.

Eu estava acordada. Estava de olhos bem abertos. Foi um sonho mais como desejo.
Mas já era a hora de seguir com a realidade. E é isso que eu estou fazendo.

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"Seja como for, continuo gostando muito de você - da mesma forma -, você está quase sempre perto de mim, quase sempre presente em memórias, lembranças, estórias que eu conto às vezes, saudade..." Caio F. de Abreu

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